Colonização e branqueamento dos terreiros: quando o sagrado vira performance

Por Raquel de Freitas

As religiões de matriz africana sempre sobreviveram sob ataque. Primeiro vieram a escravidão, a perseguição colonial, a criminalização policial, a demonização das entidades e o racismo religioso institucionalizado. Terreiros foram invadidos, objetos sagrados destruídos e sacerdotes tratados como criminosos por sustentarem saberes africanos em território brasileiro. Mas o tempo mudou a forma da violência. Hoje, um novo processo de colonização atravessa os terreiros: mais silencioso, mais sofisticado e profundamente adaptado à lógica contemporânea do mercado e das redes sociais. Não se trata apenas do ataque externo às religiões afro-brasileiras, mas da infiltração de valores coloniais dentro do próprio espaço sagrado. O que está em curso é um processo de esvaziamento da ancestralidade em nome da performance, da estética e do consumo espiritual.

O terreiro sempre foi mais do que um espaço religioso. É território de memória africana, resistência negra, reconstrução identitária e preservação de epistemologias ancestrais. Como apontava Muniz Sodré, as culturas de matriz africana organizam-se a partir de outra lógica civilizatória, centrada no corpo, na oralidade, na coletividade e no axé enquanto força vital comunitária. O saber de terreiro não nasce da pressa, nem do espetáculo, nem do individualismo, e sim do tempo, da convivência, da escuta, da hierarquia e da permanência. Nas tradições afro-brasileiras, aprender exige atravessamento, silêncio ritualístico, compromisso comunitário e respeito aos mais velhos. A oralidade não é ausência de conhecimento escrito, mas uma tecnologia ancestral de transmissão da memória.

Muitas vezes, quando esse debate surge, aparece também uma tentativa de equiparar o atual processo de banalização religiosa ao sincretismo histórico vivido pelas religiões afro-brasileiras. Mas são fenômenos profundamente diferentes. O sincretismo, em grande parte, nasceu como estratégia de sobrevivência diante da violência colonial. Povos africanos escravizados precisaram esconder seus cultos sob imagens católicas para preservar suas divindades, seus rituais e sua continuidade espiritual. Foi uma tática de resistência. Uma adaptação forçada pela perseguição, pelo terror e pela necessidade de manter viva a ancestralidade africana em um ambiente hostil.

Mesmo sincretizadas, muitas tradições mantiveram fundamentos, hierarquias, oralidade e vínculos comunitários profundamente africanos. O sincretismo não significou necessariamente abandono da ancestralidade, mas, muitas vezes, sua proteção possível dentro de uma sociedade escravista e racista. O fenômeno contemporâneo é diferente. Não nasce da necessidade de sobrevivência coletiva, mas da lógica de mercado, da espetacularização da fé e da busca por validação individual. Não é uma adaptação para preservar fundamentos. Em muitos casos, é o próprio esvaziamento deles. O que antes era estratégia de resistência hoje corre o risco de ser substituído por estratégias de consumo.

Por isso, o avanço da lógica digital sobre os terreiros produz uma ruptura profunda. A explosão de “feituras de santo” aceleradas, iniciações sem fundamento ancestral sólido, abertura indiscriminada de casas religiosas e sacerdócios instantâneos revela a formação de uma verdadeira indústria espiritual. Virou “moda”. O santo vira mercadoria, o axé vira marca e mediunidade vira conteúdo. Rituais antes protegidos pelo segredo e pelo fundamento passam a ser transformados em entretenimento para engajamento. Há uma corrida por validação virtual, seguidores, autoridade estética e influência digital que substitui, em muitos casos, a legitimidade construída pela ancestralidade.

Esse processo dialoga diretamente com aquilo que Lélia Gonzalez denunciava como efeitos permanentes da colonialidade sobre os corpos e culturas negras. A lógica colonial não desaparece; ela se reorganiza. Aprende a consumir aquilo que antes perseguia. É importante dizer que problema não é a internet, nem a modernização dos meios de comunicação. Povos de terreiro sempre souberam reinventar formas de sobrevivência. Na verdade, o problema surge quando os valores coloniais passam a reorganizar o próprio entendimento do que é espiritualidade afrodescendente.

A dificuldade de perceber esse processo também revela o baixo nível de letramento racial da sociedade brasileira. Muitas pessoas ainda compreendem o racismo apenas como ofensa explícita, discriminação direta ou violência física. Mas o racismo também atua de maneira simbólica, cultural e epistemológica. Ele aparece quando saberes africanos são deslegitimados, quando a tradição oral é tratada como inferior, quando o fundamento ancestral é substituído pela lógica do mercado e quando referências negras passam a ser aceitas apenas depois de esvaziadas de sua profundidade política e civilizatória.

Sem letramento racial, torna-se difícil compreender que o embranquecimento dos terreiros não acontece apenas pela presença de pessoas brancas nas religiões de matriz africana. O problema central está na reprodução de valores coloniais que deslocam a coletividade, a ancestralidade e a oralidade africana para dar lugar ao individualismo, à performance e à mercantilização da fé. Como alertava Lélia Gonzalez, o racismo brasileiro é sofisticado justamente porque opera muitas vezes pelo apagamento e pela assimilação cultural. A violência nem sempre destrói frontalmente. Às vezes, ela incorpora, esvazia e ressignifica aquilo que antes combatia.


Nesse cenário, cresce também uma tendência extremamente preocupante: a romantização do chamado “médium consciente”. Popularizada nas redes sociais, essa ideia vem sendo usada para relativizar fundamentos históricos da incorporação nas religiões de matriz africana. Em muitos casos, o discurso do “controle absoluto” da entidade transforma a experiência mediúnica em encenação performática, abrindo espaço para teatralização, personalismo e até charlatanismo religioso. A entidade deixa de ser presença sagrada para se tornar personagem administrado pelo ego do médium. Esse fenômeno produz consequências graves, além de desrespeitar fundamentos ancestrais, contribuindo para o descrédito das próprias entidades espirituais, banalizando rituais e reduzindo experiências sagradas a exibições públicas voltadas para entretenimento digital.

Não se trata de negar as complexidades da mediunidade, tema historicamente diverso entre diferentes tradições afro-brasileiras, mas de denunciar a forma como determinados discursos contemporâneos têm sido apropriados para legitimar performances vazias, sem fundamento ritualístico, sem compromisso ético e sem ancestralidade. A mediunidade, nas tradições africanas, nunca foi instrumento de autopromoção. Ela é serviço, responsabilidade, entrega, coletividade e compromisso com o exercício da caridade. Quando a figura do médium se torna mais importante que a comunidade, mais importante do que o terreiro e mais importante do que a própria entidade, instala-se uma lógica profundamente colonial: a centralidade do indivíduo acima do coletivo.

É justamente esse deslocamento que revela o novo branqueamento simbólico dos terreiros. Não necessariamente pela cor da pele, embora isso também aconteça, mas pela substituição de valores civilizatórios africanos por valores alinhados à racionalidade colonial moderna: individualismo, monetização da fé, estetização da espiritualidade e consumo rápido do sagrado. Abdias do Nascimento já alertava que o genocídio do povo negro também ocorre pela destruição de seus sistemas culturais, religiosos e simbólicos. O apagamento da ancestralidade africana não acontece apenas quando um terreiro é atacado fisicamente, mas também quando seus fundamentos são esvaziados, distorcidos ou transformados em produto.

Hoje, o algoritmo disputa espaço com a ancestralidade, a estética disputa com o fundamento, e a performance com o axé. Enquanto isso, sacerdotes antigos, griôs, mães e pais de santo com décadas de conhecimento tradicional vão sendo silenciados por uma cultura digital que privilegia aparência, viralização e consumo. O que está em disputa não é apenas a imagem das religiões de matriz africana, mas sua memória, continuidade e africanidade.

Defender a oralidade ancestral não significa negar transformação. Significa compreender que existem mudanças que fortalecem a tradição e outras que apenas reproduzem novas formas de colonização. Porque nem toda modernização é avanço. Às vezes, ela é apenas apagamento com filtro e boa iluminação para redes sociais.

Raquel de Freitas é jornalista, com especialização em História e Cultura Afro-brasileira.

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Roberto Costa dá início à maior edição dos Jogos Escolares Bacabalenses

A abertura oficial do Novo Jogos Escolares Bacabalenses – JEB’s e Parajeb’s 2026, realizada na quinta-feira, 21 de maio, na Mega Arena Batista, reuniu atletas, estudantes, gestores escolares e autoridades, marcando o início da maior edição da competição estudantil já realizada em Bacabal.


Mais de 2.200 estudantes-atletas de 44 escolas participam dos jogos, que seguem até o dia 31 de maio em diversos espaços esportivos da cidade. A cerimônia contou com entrada das delegações, execução dos hinos, fogo simbólico, juramento do atleta e apresentações especiais.


A estudante-atleta Elaine Oliveira, da UEF Juarez Almeida, destacou a animação para o início das disputas. “Começaram os Jogos Escolares e a nossa expectativa está a mil. É muito bom! Nossa escola está preparada, vamos pra cima!”
Quem também participou da abertura foi Jefferson Silva, o “Raspinha”, sósia do atacante da seleção brasileira Raphinha e conhecido nas redes sociais, que animou o público presente.


“É muito gratificante. A gente sabe que muitas pessoas merecem a oportunidade. O prefeito poderia dar oportunidade para muitas pessoas de fora, mas me escolheu para estar aqui, e eu fiquei muito feliz com essa juventude. Digo a eles que nunca desistam dos sonhos e que o prefeito Roberto Costa continue incentivando o esporte”, disse o influenciador digital.


O clima de integração e entusiasmo também foi destacado pelos gestores escolares. Para Edayak Almeida, gestor da UEF Frei Solano, o evento já faz parte da tradição esportiva do município. “O JEB’s é muito contagiante. Cada ano é uma emoção diferente. Estão de parabéns o nosso prefeito Roberto Costa e a Secretaria de Esportes por esse grande evento.”
Durante a solenidade, o prefeito Roberto Costa ressaltou a dimensão da competição e os investimentos realizados pela Prefeitura para garantir estrutura às equipes participantes.


“Este é o maior Jogos Escolares da história de Bacabal, em número de escolas, equipes inscritas e mais de 2.200 atletas que irão participar. Estamos, mais uma vez, garantindo todo o suporte necessário para as escolas, com equipagens novas para todas as equipes que disputarão, porque a gente entende que os jogos são importantes e que a estrutura é necessária para que tenhamos uma grande competição garantida pela Prefeitura. Os Jogos Escolares são a grande festa da juventude bacabalense”, afirmou o prefeito.
Os JEB’s e Parajeb’s 2026 terão disputas em modalidades como futsal, beach soccer, vôlei, handebol, atletismo, xadrez, tênis de mesa, capoeira, karatê, judô e jogos eletrônicos, movimentando a cidade durante 10 dias de competição.

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Orleans Brandão arrasta multidão em Tutóia e amplia força política no litoral maranhense

Orleans participa de evento político em Tutoia (Foto: Divulgação)

Sob forte clima de mobilização política, o pré-candidato a governador Orleans Brandão reuniu uma multidão de apoiadores e lideranças na tarde desta quarta-feira (27), em Tutóia, em uma grande demonstração de apoio ao projeto de continuidade do desenvolvimento do Maranhão. Ovacionado pelo público, Orleans defendeu um governo presente nos municípios e destacou os avanços vividos pela cidade nos últimos anos.

“Eu tenho muito orgulho de fazer parte desse momento que o Maranhão está vivendo. O nosso estado voltou a crescer, voltou a gerar emprego e a olhar para quem mais precisa. E quando eu chego em Tutóia e vejo essa cidade avançando, vejo um povo esperançoso e cheio de potencial, eu tenho ainda mais certeza de que nós estamos no caminho certo”, afirmou Orleans Brandão.

Durante sua fala, Orleans ressaltou que Tutóia passou a viver uma nova realidade a partir da parceria construída com o Governo do Estado, com ações voltadas para infraestrutura, desenvolvimento social e fortalecimento da economia local.

“O povo sente quando o governo está presente. Sente quando os investimentos chegam, quando os municípios são respeitados e quando existe compromisso de verdade com as pessoas. Tutóia hoje vive um novo momento e isso é resultado de trabalho, parceria e presença do governo”, enfatizou.

O prefeito de Tutóia, Viriato Cardoso, também destacou a importância da parceria institucional e manifestou apoio ao projeto liderado por Orleans Brandão.

“Tutóia reconhece quem trabalha pelo município e quem tem compromisso com o nosso povo. Orleans representa a continuidade de um trabalho que vem transformando o Maranhão e ajudando nossa cidade a crescer, gerar oportunidades e fortalecer o turismo e a economia local”, frisou o prefeito.

(Foto: Divulgação)

Um dos momentos mais marcantes da mobilização foi quando Orleans Brandão falou sobre o potencial turístico de Tutóia e defendeu investimentos voltados para geração de emprego e fortalecimento da economia local.

“Quando eu conheci ainda mais as belezas de Tutóia, só uma coisa passava na minha cabeça: nós precisamos mostrar essa cidade para o mundo inteiro. Tutóia tem um potencial gigantesco e pode se transformar em uma grande referência turística do Maranhão”, declarou Orleans.

O clima de mobilização tomou conta da agenda do início ao fim, reunindo vereadores, secretários municipais, lideranças comunitárias, representantes sindicais e apoiadores de diversas regiões do município em torno da pré-candidatura de Orleans Brandão.

“Eu acredito no potencial de Tutóia e acredito na força do povo dessa cidade. Nós vamos continuar trabalhando para gerar oportunidades, fortalecer os municípios e garantir que o desenvolvimento chegue para todos os maranhenses”, finalizou Orleans Brandão.

A forte mobilização registrada em Tutóia marcou mais um importante movimento político na região, demonstrando o crescimento da pré-candidatura de Orleans Brandão e fortalecendo a defesa da continuidade das ações e investimentos que vêm impulsionando o desenvolvimento do Maranhão nos últimos anos.

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FAMEM lidera comitiva de prefeitos em debate com a bancada federal

Reunião realizada nesta quarta-feira (20), no Plenário 10 da Câmara dos Deputados, integrou a programação da MARCHA a Brasília e debateu os impactos financeiros enfrentados pelos municípios, reforçando a articulação política em defesa do municipalismo maranhense.

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Roberto Costa, reuniu prefeitos maranhenses, parlamentares e representantes institucionais durante encontro com a bancada federal do Maranhão.

A reunião contou com a presença de prefeitos, vereadores, secretários municipais, assessores, deputados federais e senadores maranhenses. Entre os principais temas discutidos estiveram os impactos relacionados ao Piso do Magistério, precatórios, compensações financeiras pela ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e os desafios enfrentados pelos municípios na implantação dos aterros sanitários e da política de resíduos sólidos.

Durante o encontro, Roberto Costa alertou que os prefeitos vivem um momento de forte pressão financeira diante do avanço de matérias que aumentam despesas municipais sem previsão clara de compensação da União.

“Os municípios não são contra os pisos das categorias, mas é preciso definir de onde sairão os recursos para custear esses impactos”, afirmou o presidente da FAMEM.

Roberto Costa também defendeu maior diálogo entre o Congresso Nacional e os gestores municipais antes da aprovação de matérias que geram impacto direto nas administrações locais.

“O que está acontecendo é que projetos estão sendo aprovados e a conta está ficando apenas para os municípios”, destacou.

Vice-presidente da FAMEM, o prefeito de Peritoró, Dr. Júnior, reforçou a preocupação dos gestores municipais diante das propostas em discussão no Congresso Nacional.

“A principal preocupação dos prefeitos hoje é garantir uma redistribuição tributária mais justa para os municípios”, destacou o vice-presidente da FAMEM.

O deputado federal Duarte Júnior (AVANTE-MA) reafirmou o compromisso da bancada maranhense com o fortalecimento das administrações municipais.

“Nosso compromisso é fortalecer os municípios, fortalecer as prefeituras e fortalecer a gestão de cada prefeito e prefeita do Maranhão”, declarou o parlamentar.

A senadora Eliziane Gama (PT-MA) destacou a necessidade de atenção especial aos pequenos municípios diante das dificuldades financeiras enfrentadas pelas gestões.

“Os pequenos municípios precisam de um tratamento diferenciado para conseguir enfrentar suas dificuldades financeiras”, afirmou a senadora.

Já a prefeita de Axixá, Roberta Barreto, ressaltou a preocupação dos gestores diante das dificuldades enfrentadas pelas administrações municipais.

“Existem pautas que podem inviabilizar financeiramente os municípios, e isso preocupa os gestores”, declarou.

O encontro consolidou a união do municipalismo maranhense em torno de pautas consideradas essenciais para o equilíbrio fiscal das prefeituras e para a manutenção dos serviços públicos nos municípios.

A FAMEM reafirma o compromisso de seguir fortalecendo o municipalismo, promovendo o diálogo entre os gestores e defendendo pautas que contribuam para o desenvolvimento dos municípios maranhenses.

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Pré-campanha de Orleans ganha força na Baixada com grande demonstração popular em Pinheiro

A cidade de Pinheiro se transformou, neste sábado (16), em um grande palco de união política e articulação pelo futuro da Baixada Maranhense, durante mais uma edição do movimento “Por Todo o Maranhão”, liderado pelo pré-candidato ao governo do estado, Orleans Brandão, que reuniu prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças regionais mobilizados pelo compromisso com a ampliação de investimentos e a superação de desafios históricos enfrentados pela região.

Realizado em um dos principais polos da Baixada Maranhense, o movimento concentrou, mais uma vez, uma multidão vinda de todos os municípios da região, em apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão.

Durante o encontro, ao lado do governador Carlos Brandão, Orleans agradeceu o apoio recebido, destacou os avanços promovidos pela atual gestão na região e reafirmou compromissos com a continuidade dos investimentos, principalmente em infraestrutura e saúde. Destacou ainda a importância estratégica da Baixada para o desenvolvimento do Maranhão e ressaltou a necessidade de continuar dando atenção especial às demandas históricas da região.

“O que estamos vivendo aqui hoje é uma grande união de forças para planejarmos o futuro e, ao mesmo tempo, reconhecer o trabalho que vem sendo realizado pelo governador Carlos Brandão. Quero agradecer a confiança e o apoio de todos que estão aqui, que acreditam no nosso projeto político e nesse jovem que está preparado para dar continuidade ao trabalho do melhor governador que a Baixada Maranhense já teve, que foi o Brandão”, afirmou Orleans.

Ele ressaltou as transformações já em curso na região, especialmente na área de infraestrutura. “É inegável o avanço que a Baixada está vivendo. Obras históricas, que durante muitos anos ficaram apenas na promessa, hoje são realidade. As melhorias na MA-014, na MA-106, além de importantes acessos e novas estradas, estão mudando a vida dos baixadeiros e levando mais mobilidade, desenvolvimento e dignidade para a população”, frisou.

Compromissos

Ao falar sobre compromissos futuros, Orleans Brandão ,afirmou que pretende ampliar esse trabalho. “Assim como o governador Carlos Brandão assumiu e cumpriu o compromisso de melhorar nossas rodovias, eu também tenho como missão continuar avançando nessa área, melhorar ainda mais a infraestrutura da nossa região e trabalhar pela modernização do sistema de ferryboat, uma demanda essencial para a população da Baixada Maranhense”, acrescentou.

Na área da saúde, Orleans destacou os investimentos já realizados nos municípios da região, como a implantação de policlínicas, novos centros de imagem, hospitais e centros de hemodiálise. Na ocasião, ele anunciou um compromisso importante para Pinheiro: a implantação de um hospital de urgência e emergência de porta aberta, garantindo atendimento para toda a população da Baixada.

O evento contou com a participação de importantes nomes da política regional, entre eles os prefeitos André da Rapnet (Pinheiro), Zé Martins (Bequimão), Nato da Nordestina (Vitória do Mearim), Toca Serra (Pedro do Rosário) Deyvison do Posto (Mirinzal), Joãozinho Pavão, (Santa Helena), Nilton Everton (Matinha), Miltinho Aragão (São Mateus), Jadeco (Apicum-Açu), Márcio Hominho (Bacuri), Danilo Moraes (Cedral). Dr. Rômulo (Cajapió), Carrinho (Viana), Magno (Guimarães), Val Cunha (Serrano do Maranhão), Dino Penha (São Bento), Guerra (Penalva), Fernando Pessoa (Tuntum), Valdenir (Olinda Nova), Letícia de Sibá (Bacurituba), Flechinha (Central do Maranhão), Heliezer do Povo (Peri-Mirim), Aldo Brown (Porto Rico), Edilson da Alvorada (Palmeirândia), Márcio Viana (Godofredo Viana), Aldo Lopes (Cururupu), Constâncio (Cajari), Nivaldo Araújo (Alcântara), Mecinho (São João Batista) e Dr. Júnior (Peritoró), além de vice-prefeitos, deputados e vereadores.

Presente ao encontro, o governador Carlos Brandão afirmou que o momento é uma oportunidade de conversar com a população e prestar contas dos investimentos que vêm sendo executados na região. Ele destacou a participação direta de Orleans Brandão no planejamento e na execução das principais obras entregues na região, apontando o pré-candidato como alguém que conhece de perto as demandas dos municípios e tem contribuído ativamente para transformar essa realidade.

“O Orleans sempre esteve ao meu lado, acompanhando de perto, ajudando a planejar e a executar cada uma dessas obras que hoje estão mudando a realidade da Baixada Maranhense. Ele conhece as necessidades da nossa população e tem participado ativamente desse trabalho. Podemos citar a estrada recém-inaugurada de Cujupe a Pinheiro, o Hospital de Turilândia, o Centro de Hemodiálise de Pinheiro, a Policlínica de Santa Helena, a estrada de Central do Maranhão a Bequimão, o acesso à Praia de Araoca, a estrada do Jacaré, em Penalva; os 10 quilômetros de asfalto na zona rural de Palmeirândia, entre tantas outras obras que representam desenvolvimento, mobilidade e mais qualidade de vida para o nosso povo”, frisou.

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Roberto Costa promove noite cultural e leva espetáculo Pão com Ovo a alunos da EJA em Bacabal

Mais de mil alunos assistiram o espetáculo do Pão com Ovo (Foto: Divulgação)

Mais de mil alunos da rede municipal de ensino de Bacabal, matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), viveram uma noite especial de cultura e diversão na última sexta-feira (8), durante a apresentação do espetáculo teatral Pão com Ovo. O evento aconteceu na Universidade Federal do Maranhão e reuniu estudantes da sede e da zona rural do município.


Antes da apresentação, o público foi recepcionado ao som de Rafael do Acordeon e participou de um jantar preparado especialmente para todos os alunos. Mas o momento mais marcante da noite foi a emoção estampada no rosto de muitos estudantes que, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de assistir a uma peça teatral ao vivo.


A aposentada Maria do Socorro, aluna da UEF Novo Bacabal, não escondeu a felicidade pela experiência vivida. “Eu nunca tinha assistido a um teatro. Hoje eu tô com 68 anos e adorei tudo isso aqui. Foi uma noite muito bonita pra gente.”


José de Ribamar, estudante da Escola Prefeito Jorge José de Mendonça, no bairro Trizidela, também comentou a alegria de participar do momento. “Estou me sentindo muito feliz. É a primeira vez que venho a um evento assim e está sendo maravilhoso. Todo mundo tratando a gente muito bem”, disse.
Criado pelos atores maranhenses César Boaes e Adeílson Santos, o espetáculo “Pão com Ovo” se tornou um dos maiores fenômenos culturais do Maranhão, conquistando o público com humor popular, sotaque nordestino e histórias do cotidiano maranhense. Celebrando 15 anos de sucesso, os artistas também destacaram o carinho que recebem do público bacabalense ao longo dos anos.

Clarisse Milhomem ressaltou a alegria de retornar à cidade e reencontrar o carinho do público. “É sempre uma felicidade enorme voltar a Bacabal. Essa cidade sempre acolheu muito bem o nosso trabalho e receber esse carinho do povo é emocionante e o Roberto Costa, esse querido, que sempre apoiou o Pão com Ovo desde o começo.”


Já Dijé destacou a importância do projeto voltado aos alunos da EJA. “Bacabal sempre recebe a gente de braços abertos. Ver um projeto como esse chegando aos alunos da educação é algo muito bonito e especial. Muito obrigada, Roberto Costa, por abraçar esse projeto que a educação da cidade também agradece.”


O prefeito Roberto Costa destacou a importância de promover cultura e inclusão para os estudantes da EJA. “Foi uma noite inesquecível. Muitos desses alunos tiveram a oportunidade de assistir a um espetáculo teatral pela primeira vez, e ver a alegria deles foi algo emocionante.”
Roberto Costa afirmou ainda que a gestão municipal seguirá investindo na educação em todas as etapas. “É dessa forma que a gente vai continuar fazendo: priorizando a educação de todos, das crianças aos adultos, porque conhecimento não tem idade para adquirir. Essa é a marca da Nova Bacabal.”

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Sobre Mim

RAQUEL DE FREITAS

Eu sou Raquel de Freitas. Jornalista maranhense, graduada em Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Sou pós-graduada em Gestão Integrada de QSMS e Responsabilidade Social pela Universidade Católica de Petrópolis (RJ).

Integrei a redação dos jornais O Imparcial e Folha do Maranhão, com atuação como repórter e editora. Após esse período, me vi diante de um novo desafio: assessoria de comunicação institucional.

Neste segmento, trabalhei em empresas especializadas de comunicação, assessorando clientes dos mais diversos perfis.

Durante 5 anos morei no Rio de Janeiro, onde coordenei a área de Comunicação e Responsabilidade Social, no projeto do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em Itaboraí.

Após essa temporada regressei ao Maranhão, onde me dedico também à comunicação especializada.

Mulher de religião de matriz africana, que demanda coragem e posicionamento firme, para além da fé, aqui neste Palco & Palanque também arregaço as mangas pelo que me fortalece; neste caso, profissionalmente!

Espero que gostem. Um grande abraço.

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