Roda de samba “Do Jeito Que Era Antes” une tradição e solidariedade em apoio ao Instituto Batucando Esperança

Toda a arrecadação será destinada ao Instituto Batucando Esperança (Foto: Divulgação)

A terceira edição da roda de samba “Do Jeito Que Era Antes” reafirma a força da cultura popular como instrumento de memória, pertencimento e transformação social. O evento acontece no dia 14 de março, às 16h, no Espaço San Martins, reunindo artistas e público em uma celebração do samba tradicional.

Idealizada pelo cantor Marlon Reis, a roda mantém a proposta de resgatar o samba de raiz e fortalecer a cena local. Nesta edição, o palco contará com participações de Luzian Filho, Kayro Costa, Jorginho Du Pan, Tássia Campos e DJ Pedro DreadLock.

“A gente reúne as pessoas para viver o samba de verdade, do jeito que aprendemos com os mais velhos. É encontro, é comunidade e é afeto”, afirma Marlon.

Cultura que gera impacto

Mais que um evento musical, a edição de 2026 amplia seu alcance social: toda a arrecadação será destinada ao Instituto Batucando Esperança, que atende gratuitamente cerca de 100 crianças e adolescentes da Vila Palmeira e regiões próximas, em São Luís.

A instituição oferece aulas de percussão, flauta, musicalização, bateria, canto coral e metais, além de promover ações de cidadania, rodas de conversa e atividades comunitárias que fortalecem vínculos e ampliam perspectivas de futuro.

Natural da Vila Palmeira, Marlon destaca que unir samba e solidariedade amplia o significado do encontro.

“Sou da Vila Palmeira e sei o quanto a música pode abrir caminhos. O samba sempre foi resistência e cuidado coletivo. Se podemos fortalecer uma instituição que muda realidades dentro da própria comunidade, então a roda ganha um sentido ainda maior. Todo mundo que participa ajuda a construir futuro.”

A presidente do instituto, Lucyene Cruz, também reforça o impacto da mobilização cultural. “Quando a cultura se une a uma causa, ela potencializa sonhos. Essa arrecadação garante continuidade, permanência e oportunidade para as nossas crianças. É transformar pela música e pela comunidade”, destaca Lucyene.

Tradição, memória e pertencimento

Com uma proposta que valoriza tradição, memória afetiva e responsabilidade social, “Do Jeito Que Era Antes” consolida-se como um espaço de celebração do samba e fortalecimento comunitário, reafirmando que cultura popular também é ferramenta de desenvolvimento social.

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RAQUEL DE FREITAS

Eu sou Raquel de Freitas. Jornalista maranhense, graduada em Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Sou pós-graduada em Gestão Integrada de QSMS e Responsabilidade Social pela Universidade Católica de Petrópolis (RJ).

Integrei a redação dos jornais O Imparcial e Folha do Maranhão, com atuação como repórter e editora. Após esse período, me vi diante de um novo desafio: assessoria de comunicação institucional.

Neste segmento, trabalhei em empresas especializadas de comunicação, assessorando clientes dos mais diversos perfis.

Durante 5 anos morei no Rio de Janeiro, onde coordenei a área de Comunicação e Responsabilidade Social, no projeto do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em Itaboraí.

Após essa temporada regressei ao Maranhão, onde me dedico também à comunicação especializada.

Mulher de religião de matriz africana, que demanda coragem e posicionamento firme, para além da fé, aqui neste Palco & Palanque também arregaço as mangas pelo que me fortalece; neste caso, profissionalmente!

Espero que gostem. Um grande abraço.

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